Neste dia Madre teresa desafiou todos os que alise encontravam a irem à procura daqueles que viviam a agonizante pobreza de não serem desejados, de não serem amados ou de não serem cuidados. Qulaquer pessoa podia ser "missionária da caridade", afirmou. Através do humilde amor e do humilde serviço, podiam descobrir o rosto de Jesus por detrás do disfarce angustiante dos necessitados.

Eu fui visitar um asilo, todos estavam olhando para a porta. Virei para a irmã e perguntei: "Como é que todas essas pessoas estão sempre olhando para a porta, por que não estão sorrindo?" Estou tão acostumada a ver os sorrisos da nossa gente, até os moribundos sorriem.
E ela disse: "Isto acontece quase todos os dias. Eles têm a esperança de que um filho venha visitá-los. Estão magoados porque foram esquecidos". É aqui que entra o amor. Talvez dentro da nossa família tenhamos alguém que se sente só, doente, preocupado...
Fiquei surpresa no Ocidente, ao ver tantos rapazes e moças entregues às drogas e tentei tentei descobrir o porque. "Porque não há ninguém na fam´lia que os receba". O pai e a mãe estão sempre tão ocupados, não tem tempo. A criança volta para as ruas e se envolve em alguma coisa. Essas são coisas que destroem a paz.
Sinto que o maior destruidor da paz hoje é o aborto, porque é uma guerra direta, uma morte direta, um assassinato direto... E nós lemos na Escritura: "Ainda que a mãe se esquecesse do menino que amamenta, Eu nunca te esqueceria. Eis que Eu te gravei nas palmas das Minhas mãos. Aquela criança não nascida foi gravada nas mãos de Deus.
Muitas pessoas estão muito preocupadas com as crianças da Índia, da África, onde muitas morrem, talvez de desnutrição, de fome e por aí afora, mas milhões morrem deliberadamente pela vontade da própria mãe. Por que se uma mãe é capaz de matar o seu próprio filho, o que falta para eu matar você e você me matar? Não falta nada.
Pegamos um homem abandonado em um esgoto, meio comido pelos vermes, e o levamos para o abrigo: "Vivi como um animal na rua, mas vou morrer como um anjo, amado e bem cuidado". E foi tão maravilhoso ver a grandeza daquele homem, que era capaz de falar e de morrer daquela maneira, sem culpar ninguém, sem amaldiçoar ninguém... essa é a grandeza de nossa gente.

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